quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Ser Mãe é uma Benção, não um Fardo á carregar!!


Um pequenino diz à sua Mãe: "Mãe eu pintei o teu lençol com baton". A Mãe fica furiosa, bate-lhe e deixa-o inconsciente, de seguida pede-lhe "abre os olhos por favor", mas já era tarde demais, o seu pequeno coração parou de bater. A Mãe volta para o quarto e vê o que está escrito no lençol "MÃE... EU AMO-TE!"

terça-feira, 9 de agosto de 2011

A História do Lapis

O menino olhava a avó escrevendo uma carta. A certa altura, perguntou:
- Você está escrevendo uma história que aconteceu conosco? E por acaso, é uma história sobre mim? A avó parou a carta, sorriu, e comentou com o neto:
- Estou escrevendo sobre você, é verdade
Entretanto, mais importante do que as palavras, é o lápis que estou usando. Gostaria que você fosse como ele, quando crescesse.
O menino olhou para o lápis, intrigado, e não viu nada de especial.
- Mas ele é igual a todos os lápis que vi em minha vida!
- Tudo depende do modo como você olha as coisas. Há cinco qualidades nele que, se você conseguir
mantê-las, será sempre uma pessoa em paz com o mundo.
"Primeira qualidade: você pode fazer grandes coisas, mas não deve esquecer nunca que existe uma Mão que guia seus passos. Esta mão nós chamamos de Deus, e Ele deve sempre conduzí-lo em
direção à Sua vontade".
"Segunda qualidade: de vez em quando eu preciso parar o que estou escrevendo, e usar o apontador.
Isso faz com que o lápis sofra um pouco, mas no final, ele está mais afiado. Portanto, saiba suportar algumas dores, porque elas o farão ser uma pessoa melhor."
"Terceira qualidade: o lápis sempre permite que usemos uma borracha para apagar aquilo que estava errado. Entenda que corrigir uma coisa que fizemos não é necessariamente algo mau, mas algo importante
para nos manter no caminho da justiça".
"Quarta qualidade: o que realmente importa no lápis não é a madeira ou sua forma exterior, mas o grafite que está dentro. Portanto, sempre cuide daquilo que acontece dentro de você." "Finalmente, a quinta qualidade do lápis: ele sempre deixa uma marca. Da mesma maneira, saiba que tudo que você fizer na vida, irá deixar traços, e procure ser consciente de cada ação".

Autor Desconhecido

O saco de biscoitos

Certo dia uma moça estava à espera de seu vôo na sala de embarque de um aeroporto e como ela deveria esperar por pelo menos duas horas comprou um pacote de biscoitos e também resolveu comprar um livro para matar o tempo. Tão logo encontrou uma poltrona numa parte reservada do aeroporto, sentou-se para que pudesse descansar e ler em paz. Ao lado dela se sentou um homem e quando ela pegou o primeiro biscoito, o homem também pegou um. Ela se sentiu indignada, mas não disse nada. Ela pensou sozinha: - "Mas que 'cara de pau'". Se eu estivesse mais disposta, lhe daria um soco no olho para que nunca mais esquecesse. E a situação continuou. A cada biscoito que ela pegava, o homem também pegava um. Aquilo à deixou tão indignada que ela não conseguiu reagir. Restava apenas um biscoito e ela pensou: - "O que será que o 'abusado' vai fazer agora?" Então o homem sorriu e dividiu o biscoito ao meio, dando a metade para ela. Aquilo à deixou totalmente irada e bufando de raiva. Pegou o seu livro e as suas coisas, levantou-se sem olhar para trás e dirigiu-se ao embarque e quando sentou confortavelmente em seu assento, para sua surpresa viu que seu pacote de biscoitos estava ainda intacto, lacrado, dentro da bolsa. Muito envergonhada, já quem estava o tempo todo errada era ela e não havia mais tempo para pedir desculpas. Pois o homem que dividiu com ela os seus biscoitos de boa vontade, sem se sentir indignado, tinha embarcado em outro avião e provavelmente nunca mais o veria novamente. Moral da estória: "Você já imaginou em quantas vezes em nossa vida nós é que estamos comendo os biscoitos dos outros, e não temos a consciência disto?"

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Quem Lhe fez Feliz!?

Durante um seminário para casais, perguntaram à esposa:
- seu marido lhe faz feliz? - ele lhe faz feliz de verdade?

Neste momento, o marido levantou seu pescoço, demonstrando
segurança. Ele sabia que sua esposa diria que sim, pois ela 
jamais havia reclamado. Todavia, sua esposa respondeu com um
"Não", bem Redondo.

- Não, meu marido não me faz feliz.
Neste momento, o marido já procurava a
porta de saída mais próxima.
- Ele não me "faz" feliz...
Eu sou feliz.
O fato de eu ser feliz ou não, não depende dele e sim de mim. 
E continuou dizendo:

- Eu sou a única pessoa da qual depende a minha felicidade.
Eu determino ser feliz em cada situação e em cada momento
da minha vida; pois se a minha felicidade dependesse de
alguma pessoa, coisa ou circunstância sobre a face da terra,
eu estaria com sérios problemas. Tudo o que existe nesta
Vida muda freqüentemente...
O ser humano, as riquezas, meu corpo, clima, meu chefe,
os prazeres, etc. E assim poderia citar uma lista interminável.
Às demais coisas eu chamo "experiências"; esqueço-me das
experiências passageiras e vivo as que são eternas; amar,
perdoar, ajudar, compreender, aceitar, consolar. 
Lembro-me de viver de modo eterno.
Talvez seja por isso que quando alguém me faz perguntas
como esta 
"Você é feliz no seu casamento?" ou "Você é feliz?",
gosto de responder com apenas uma frase, como se esta
fosse a conclusão de todo o seminário, como se esta fosse
a chave de toda a felicidade, de todo matrimônio e de toda
vida humana; gosto de responder com aquela velha e
famosa frase que ainda não conseguimos compreender:
"A felicidade está centrada em mim".

Há pessoas que dizem:
-"Hoje não posso ser feliz porque estou doente porque não
tenho dinheiro, porque faz muito calor,porque alguém me
insultou, porque alguém deixou de me amar, porque
alguém não soube me dar valor."

SEJA FELIZ mesmo que faça calor, mesmo que esteja
doente, mesmo que alguém não lhe ame ou não lhe dê o
devido valor. Afinal...

..."Nascer é uma possibilidade.
Viver é um risco.
Envelhecer é um privilégio.
Transformar depende da vontade.
Realizar é nossa responsabilidade ."

Como somos pobres!!!

Certa vez, um pai de família muito rico resolveu levar seu filho para viajar para o interior. O seu propósito era mostrar quanto as pessoas podiam ser pobres. Consequentemente, como eles eram ricos.
Planejou tudo com cuidado e escolheu a fazenda de uma família que ele considerava muito pobre. Passaram um dia e uma noite com eles.
No retorno da viagem, em um carro último tipo, brilhante, motor poderoso, o pai orgulhoso pergunta ao filho:
- Como foi a viagem?
- Muito boa, papai!
- Você viu como as pessoas podem ser pobres? Continuou a perguntar o pai.
- Sim, respondeu o garoto.
Ante respostas tão curtas, o pai finalmente questionou:
- Mas, afinal, o que você aprendeu?
Agora, com entusiasmo, respondeu o menino:
- Muita coisa, pai. Eu aprendi que nós só temos um cachorro de pelo lustroso, gordo e orgulhoso, como nós que fica olhando os que chegam como se fossem de outro mundo, com ar de superioridade. Mas eles têm quatro cachorros, super amigos. Mal cheguei e já estavam rolando comigo pelo chão, correndo atrás de mim, me fazendo subir em árvores e pular cercas. Recebem os amigos dos seus donos abanando a cauda, latindo festivos e lambendo as mãos.
- Nós temos uma piscina enorme, que vai até o meio do jardim. E que permanece a maior parte do tempo vazia porque selecionamos demais aqueles que devem entrar nela ou ficar ao redor dela, brincando. Mas eles, aqueles meninos, têm um riacho de água corrente que não tem fim. A água é cristalina, corre por entre pedras, inventa mil curvas pelo caminho e ainda tem peixes.
- Nós temos uma varanda coberta e iluminada com luz, com cadeiras especiais, mesas e adornos. Eles têm a lua e as estrelas. Deitam no tapete aveludado da grama e por mais que fiquem contando os astros no céu, não conseguem terminar a conta. Além do que, a lua e as estrelas deles iluminam a estrada, todo o caminho que outros tantos também passam.
- O nosso quintal, pai, vai até o portão de entrada e está protegido com muros, grades fortes e altas. Eles têm uma floresta inteira, cheia de animais diferentes e de surpresas. Quando entram nela, não sabem se toparão com um veado assustado, uma coruja sonolenta ou pássaros cantantes.
E ante o assombro do pai, ainda arrematou:
- Obrigado, pai, por me mostrar o quanto nós somos pobres!

sábado, 18 de junho de 2011

O Farmaceutico



João era dono de uma bem sucedida farmácia numa cidade do interior. Era um homem bastante inteligente, mas não acreditava na existência de Deus ou de qualquer outra coisa alem do seu mundo material. Um certo dia estava ele fechando a farmácia quando chegou uma criança aos prantos dizendo que sua mãe estava passando mal e que se ela não tomasse o remédio logo iria morrer.

Muito nervoso, e após insistência da criança, resolveu reabrir a farmácia pra pegar o remédio. Sua insensibilidade perante aquele momento era tal que acabou pegando o remédio mesmo no escuro e entregando a criança que agradeceu e saiu dali às pressas.

Minutos depois percebeu que havia entregado o remédio errado pra criança e que se sua mãe o tomasse seria morte instantânea. Desesperado tentou alcançar a criança, mas não teve êxito. Sem saber o que fazer e com a consciência pesada, ajoelhou-se e começou a chorar e dizer que se realmente existia um Deus que não o deixasse passar por assassino.

De repente, sentiu uma mão a tocar-lhe o ombro esquerdo e ao virar deparou-se com a criança a dizer:

"Senhor, por favor, não brigue comigo, mas eu cai e quebrei o vidro do remédio, da para o senhor me dar outro?”

sábado, 4 de junho de 2011

A ultima chance

Havia um homem muito rico possuía muitos bens, uma grande fazenda, muito gado e vários empregados.Tinha ele um único filho, que, ao contrário do pai, não gostava de trabalho nem de compromisso que ele mais gostava era de festas, estar com seus amigos e de ser bajulado por eles. Seu pai sempre o advertia que seus amigos só estavam ao seu lado enquanto ele tivesse o que lhes oferecer, depois o abandonariam. 
Os insistentes conselhos do pai lhe retiniam os ouvidos e logo se ausentava sem dar o mínimo de atenção. 
Um dia o velho pai, já avançado na idade, disse aos seus empregados para construírem um pequeno celeiro e dentro do celeiro ele mesmo fez uma forca, e junto a ela, uma placa com os dizeres: “Para você nunca mais desprezar as palavras de seu pai”. 
Mais tarde chamou o filho, o levou até o celeiro e disse: Meu filho, eu já estou velho e quando eu partir, você tomará conta de tudo o que é meu, e sei qual será o seu futuro. 
Você vai deixar a fazenda nas mãos dos empregados e irá gastar todo dinheiro com seus amigos, irá vender os animais e os bens para se sustentar, e quando não tiver mais dinheiro, seus amigos vão se afastar. E quando você não tiver mais nada, vai se arrepender amargamente de não ter me dado ouvidos. 
É por isso que eu construí esta forca; sim, ela é para você, e quero que me prometa que se acontecer o que eu disse, você se enforcará nela. O jovem riu, achou absurdo, mas, para não contrariar o pai, prometeu e pensou que jamais isso pudesse ocorrer.
O tempo passou, o pai morreu e seu filho tomou conta de tudo, mas assim como se havia previsto, o jovem gastou tudo, vendeu os bens, perdeu os amigos e a própria dignidade. Desesperado e aflito começou a refletir sobre a sua vida e viu que havia sido um tolo, lembrou-se do pai e começou a chorar e dizer: - 
Ah, meu pai, se eu tivesse ouvido os teus conselhos, mas agora é tarde, é tarde demais. 
- Pesaroso, o jovem levantou os olhos e longe avistou o pequeno celeiro, era a única coisa que lhe restava.A passos lentos se dirigiu ate lá e, entrando, viu a forca e a placa empoeirada e disse: 
- Eu nunca segui as palavras do meu pai, não pude alegrá-lo quando estava vivo, mas pelo menos esta vez vou fazer a vontade dele, vou cumprir minha promessa, não me resta mais nada. Então subiu nos degraus e colocou a corda no pescoço e disse: 
- Ah! se eu tivesse uma nova chance... 
E pulou, sentiu por um instante a corda apertar sua garganta, mas o braço da forca era oco e quebrou-se facilmente, o rapaz caiu no chão, e sobre ele caíram jóias, esmeraldas, pérolas, diamantes. 
A forca estava cheia de pedras preciosas, e um bilhete que dizia: 
- Essa é a sua nova chance...Eu te amo muito... 
Seu Pai

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Apenas 3 Conselhos!!

 Um casal de jovens recém-casados, era muito pobre e vivia de
favores um sítio do interior.
Um dia o marido fez a seguinte proposta para a esposa:
- "Querida eu vou sair de casa, vou viajar para bem longe,
arrumar um emprego e trabalhar até ter condições para voltar
e dar-te uma vida mais digna e confortável.
Não sei quanto tempo vou ficar longe, só peço uma coisa, que
você me espere e enquanto eu estiver fora, seja FIEL a mim,
pois eu serei fiel a você".
Assim sendo, o jovem saiu. Andou muitos dias a pé, até que
encontrou um fazendeiro que estava precisando de alguém para
ajudá-lo em sua fazenda.
O jovem chegou e ofereceu-se para trabalhar, no que foi
aceito.
Pediu para fazer um pacto com o patrão, o que também foi
aceito.
O pacto foi o seguinte:
- "Me deixe trabalhar pelo tempo que eu quiser e quando eu
achar que devo ir, o senhor me dispensa das minhas obrigações.
EU NÃO QUERO RECEBER O MEU SALÁRIO.
Peço que o senhor o coloque na poupança até o dia em que eu
for embora.
No dia em que eu sair o senhor me dá o dinheiro e eu sigo o
meu caminho".
Tudo combinado. Aquele jovem trabalhou DURANTE VINTE ANOS,
sem férias e sem descanso.
Depois de vinte anos chegou para o patrão e disse:
- "Patrão, eu quero o meu dinheiro, pois estou voltando para
a minha casa".
O patrão então lhe respondeu:
- "Tudo bem, afinal, fizemos um pacto e vou cumpri-lo, só que
antes quero lhe fazer uma proposta, tudo bem?
Eu lhe dou o seu dinheiro e você vai embora, ou LHE DOU TRÊS
CONSELHOS e não lhe dou o dinheiro e você vai embora.
Se eu lhe der o dinheiro eu não lhe dou os conselhos, se eu
lhe der os conselhos, eu não lhe dou o dinheiro.
Vá para o seu quarto, pense e depois me dê a resposta".
Ele pensou durante dois dias, procurou o patrão e disse-lhe:
"QUERO OS TRÊS CONSELHOS".
O patrão novamente frisou:
- "Se lhe der os conselhos, não lhe dou o dinheiro".
E o empregado respondeu:
- "Quero os conselhos".
O patrão então lhe falou:
1. "NUNCA TOME ATALHOS EM SUA VIDA. Caminhos mais curtos e
desconhecidos podem custar a sua vida.
2. NUNCA SEJA CURIOSO PARA AQUILO QUE É MAL, pois a
curiosidade pro mal pode ser mortal.
3. NUNCA TOME DECISÕES EM MOMENTOS DE ÓDIO OU DE DOR, pois
você pode se arrepender e ser tarde demais."
Após dar os conselhos, o patrão disse ao rapaz, que já não
era tão jovem assim:
- "AQUI VOCÊ TEM TRÊS PÃES, dois para você comer durante a
viagem e o terceiro é para comer com sua esposa quando chegar
a sua casa".
O homem então, seguiu seu caminho de volta, depois de vinte
anos longe de casa e da esposa que ele tanto amava.
Após o primeiro dia de viagem, encontrou um andarilho que o
cumprimentou e lhe perguntou:
"Pra onde você vai?"
Ele respondeu:
- "Vou para um lugar muito distante que fica a mais de vinte
dias de caminhada por essa estrada".
O andarilho disse-lhe então:
- "Rapaz, este caminho é muito longo, eu conheço um atalho
que é dez, e você chega em poucos dias".
O rapaz contente, começou a seguir pelo atalho, quando
lembrou-se do primeiro conselho, então voltou e seguiu o
normal.
Dias depois soube que o atalho levava a uma emboscada.
Depois de alguns dias de viagem, cansado ao extremo, achou
uma pensão à beira da estrada, onde pode hospedar-se. Pagou a
diária e após tomar um banho deitou-se para dormir.
De madrugada acordou assustado com um grito estarrecedor.
Levantou-se de um salto só e dirigiu-se à porta para ir até o
local do grito.
Quando estava abrindo a porta, lembrou-se do segundo
conselho. Voltou, deitou- se e dormiu.
Ao amanhecer, após tomar café, o dono da hospedagem lhe
perguntou se ele não havia ouvido um grito e ele disse que
tinha ouvido.
O hospedeiro:
E você não ficou curioso?
Ele disse que não.
No que o hospedeiro respondeu: VOCÊ É O PRIMEIRO HÓSPEDE A
SAIR DAQUI VIVO, pois meu filho tem crises de loucura, grita
durante a noite e quando o hóspede sai, mata-o e enterra-o no
quintal.
O rapaz prosseguiu na sua longa jornada, ansioso por chegar a
sua casa.
Depois de muitos dias e noites de caminhada... já ao
entardecer, viu entre as árvores a fumaça de sua casinha,
andou e logo viu entre os arbustos a silhueta de sua esposa.
Estava anoitecendo, mas ele pode ver que ela não estava só.
Andou mais um pouco e viu que ela tinha entre as pernas, um
homem a quem estava acariciando os cabelos.
Quando viu aquela cena, seu coração se encheu de ódio e
amargura e decidiu-se a correr de encontro aos dois e a matá-
los sem piedade.
Respirou fundo, apressou os passos, quando lembrou-se do
terceiro conselho.
Então parou, refletiu e decidiu dormir aquela noite ali mesmo
e no dia seguinte tomar uma decisão.
Ao amanhecer, já com a cabeça fria, ele disse:
- "NÃO VOU MATAR MINHA ESPOSA E NEM O SEU AMANTE.
Vou voltar para o meu patrão e pedir que ele me aceite de
volta.
Só que antes, quero dizer a minha esposa que eu sempre FUI
FIEL A ELA".
Dirigiu-se à porta da casa e bateu. Quando a esposa abre a
porta e o reconhece, se atira em seu pescoço e o abraça
afetuosamente.
Ele tenta afastá-la, mas não consegue.
Então com as lágrimas nos olhos lhe diz:
- "Eu fui fiel a você e você me traiu...
Ela espantada lhe responde:
- "Como? eu nunca lhe trai, esperei durante esses vinte
anos.
Ele então lhe perguntou:
- "E aquele homem que você estava acariciando ontem ao
entardecer?
E ela lhe disse:
- "AQUELE HOMEM É NOSSO FILHO.
Quando você foi embora, descobri que estava grávida.
Hoje ele está com vinte anos de idade".
Então o marido entrou, conheceu, abraçou o filho e contou-
lhes toda a sua história, enquanto a esposa preparava o café.
Sentaram-se para tomar café e comer juntos o último pão.
APÓS A ORAÇÃO DE AGRADECIMENTO, COM LÁGRIMAS DE EMOÇÃO, ele
parte o pão e ao abri-lo encontra todo o seu dinheiro, o
pagamento por seus vinte anos de dedicação.
Muitas vezes achamos que o atalho "queima etapas" e nos faz
chegar mais rápido, o que nem sempre é verdade...
Muitas vezes somos curiosos, queremos saber de coisas que nem
ao menos nos dizem respeito e que nada de bom nos
acrescentará...
Outras vezes, agimos por impulso, na hora da raiva, e
fatalmente nos arrependemos depois...